OLHA O PANGARÉ AÍ GENTE!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Pôr do Sol em Laguna

Foto: Eliana Palmira Reinaldo
ÁGUAS RELUZENTES
Movimento ondulante que inebria.
Sobe, desce, movimenta-se livremente.
Fria, morna, quente, refrescante.
Água pura e cristalina, que alegria!
O por do sol produz lindos efeitos,
Sobre seu majestoso esplendor.
Brilhem águas espumantes do mar!
Alegrando meu infinito pensar.
Vejo ao longe um corpo a se movimentar,
Braços vigorosos inclementes,
Coordenam movimentos ao par,
De águas cristalinas e reluzentes.
Um mergulho será suficiente
Para vislumbrar maravilhas da natureza.
Ostras, polvos, lulas, algas, pedras e peixes,
Personificação de Deus, sinônimo de beleza.
Águas profundas gelam os ossos.
Nada mais reluz, nem claridade tem.
Torna-se obscuro esse ambiente,
Que pode ocultar um Ser diferente.
Mas desvendar o mistério,
Pode ser interessante e produtivo.
Quantos seres diferentes pode-se descobrir?
E quantas magias estarão por vir?
Águas reluzentes, águas profundas,
Misto de magia e curiosidade.
Sorte daquele mergulhador experiente,
Que se arrisca para saciar sua ansiedade.
Porém, para tudo existe um por quê?
Haja vista tudo ter um significado.
Águas geladas, águas mornas,
E cada Ser poderá será adaptado.
Continue o sol a fazer a sua arte,
Ao por do sol, reluzindo sua luz nas águas rasas.
Que tão bel o encanto produz,
E todo seu esplendor reluz.
ROSANA NÓBREGA ( Valeu Rosana - Maravilhoso!)
Pôr do Sol em Laguna

Foto: Eliana Palmira Reinaldo
Ocaso
O Sol que se despeja no horizonte
Vai contando de um amor incontável:
Quer deslize por detrás dalgum monte,
Ou apenas se furte ao observável,
Quer de nuvens ornado em elegância,
Ou aterrisse em vôo solo, imponente,
É o arauto do amor que não se cansa,
Que se doa do nascente ao poente,
Que se esvai até o último lampejo,
Que produz arte mesmo em despedida,
E que se oculta enquanto a sombra cresce...
(Mas não morre só porque não o vejo!
Ele atravessa a escuridão da vida:
Quando a noite passa, ele ainda aquece...)
Ederson Peka
14/12/2007
sábado, 27 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Domingo a tarde em Laguna
Foto:Eliana P. Reinaldo
Quase sempre aos domingos saiu com a minha filha mais nova, sem pressa de retornar.
Almoçamos no Centro Histórico e depois saímos a caminhar pela cidade. É uma das coisas mais gostosas que fazemos.
Nossa direção é sempre para o lado da lagoa, como se um imã nos puxasse.
Com a máquina digital em punho, clicamos tudo que de interessante encontramos. Confesso que as coisas mais sensacionais são os casarios, as pessoas pescando, a água da lagoa suja ou limpa, os pequenos cardumes que brilham como estrelas, o Sol refletido dependendo da hora do dia e os barcos.
Certo domingo desses, ficamos encantada com algumas mulheres pescando no cais. Uma delas, até um banquinho levou para sentar. Foi possível sentir o prazer que sentiam quando os peixes beliscavam a iscas dos anzóis. Sem pressa, com todo o tempo do mundo, ficaram horas pescando.
Que coisa boa!
A Laguna é tão bela, tão tranquila, ainda tem gente que fica enfornado em casa e diz que não tem nada pra se fazer aqui.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Deus levou meu pai querido.
Um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece pesar.Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "me preocupo.
E a resposta para essa dor?
O tempo e uma certeza:Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.
E a resposta para essa dor?
O tempo e uma certeza:Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
P á s c o a
A História do Ovo e Outros Símbolos da Páscoa
By Denise Pitta on March 6th, 2008
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.
Na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.
Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.
O chocolate
Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.
Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.
O Coelho da Páscoa
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Curiosidades
Os ovos de Páscoa mais famosos do mundo nem são ovos de comer: um joalheiro russo, Carl Fabergé, fez seus ovos de ouro, prata e pedras preciosas. Abertos, revelavam pequenas imagens de pessoas, animais, plantas ou prédios, e eram dados como presentes pelo imperador russo aos amigos.
Leia esta matéria completa no Novo Milênio.
http://www.fashionbubbles2.com/2008/a-historia-do-ovo-e-outros-simbolos-da-pascoa/
By Denise Pitta on March 6th, 2008
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.
Na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.
Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.
O chocolate
Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.
Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.
O Coelho da Páscoa
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Curiosidades
Os ovos de Páscoa mais famosos do mundo nem são ovos de comer: um joalheiro russo, Carl Fabergé, fez seus ovos de ouro, prata e pedras preciosas. Abertos, revelavam pequenas imagens de pessoas, animais, plantas ou prédios, e eram dados como presentes pelo imperador russo aos amigos.
Leia esta matéria completa no Novo Milênio.
http://www.fashionbubbles2.com/2008/a-historia-do-ovo-e-outros-simbolos-da-pascoa/
sexta-feira, 27 de março de 2009
Carpe Diem
Pescaria na lagoa Sto. Antônio dos Anjos - Laguna SC
Upload feito originalmente por elianarei

Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre.
A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente.
foto- Laguna por Eliana Palmira Reinaldo
Cratera rara cratera
Cratera rara cratera
Criatura ara cratera
Criatividade de terra
Aborto cultural espontâneo
Agrupamento
Lamento de palavras
Lavras a terra sucursal
Cursa a criatura da palavra
Ursa Maior
Palavra chave : chávena
Chá mor . Ter amor. Didática
Troca
Dilhoro por mor santo
Antro.cade.pala.vra
Trocade.ilho.Cratera de vulcão.
Cão de terra.Terá a lavra da pá.
Pa.Lavra.da.Resta a Ilha
Ilha letras espalhadas d'aldeia
N'aldeia fome de palavra.Lavra
A terra terá fome de cratera
Crava na terra a palavra.lavra na pá.
Criatividade.Cria atividade.
Atividade lamento lá me vou
Na lavra da fome da terra
Terá redundância de ânsia de fome
Letras trocadas na cratera.
Ara na palavra da terra
Erra.
Erra na fome cratera.Palavra
Lavra a ânsia da ilha.
Cursa a escola da chave.Cola.
Ave em curso de morte da larva
Lavra na larva.Terá a terra de fome
N’aldeia odeia a ceia da criatura
Morte bem mor de terra
Era na era.
Lamento
Cratera rara cratera
Foto da Internet
Criatura ara cratera
Criatividade de terra
Aborto cultural espontâneo
Agrupamento
Lamento de palavras
Lavras a terra sucursal
Cursa a criatura da palavra
Ursa Maior
Palavra chave : chávena
Chá mor . Ter amor. Didática
Troca
Dilhoro por mor santo
Antro.cade.pala.vra
Trocade.ilho.Cratera de vulcão.
Cão de terra.Terá a lavra da pá.
Pa.Lavra.da.Resta a Ilha
Ilha letras espalhadas d'aldeia
N'aldeia fome de palavra.Lavra
A terra terá fome de cratera
Crava na terra a palavra.lavra na pá.
Criatividade.Cria atividade.
Atividade lamento lá me vou
Na lavra da fome da terra
Terá redundância de ânsia de fome
Letras trocadas na cratera.
Ara na palavra da terra
Erra.
Erra na fome cratera.Palavra
Lavra a ânsia da ilha.
Cursa a escola da chave.Cola.
Ave em curso de morte da larva
Lavra na larva.Terá a terra de fome
N’aldeia odeia a ceia da criatura
Morte bem mor de terra
Era na era.
Lamento
Cratera rara cratera
Foto da Internet
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